quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Saudade


Foi ontem...
Três anos que perdi minha mãe.
Tem horas que parecem três minutos, outras parecem três milênios.
De lá cá tanta coisa aconteceu...
Eu Virei mãe, mas sem o direito de desfrutar.Perdi minha mãe, ascendente direta, perdi meu filho, descendente direto!
De repente MÃE virou uma palavra complicada pra mim.
Mâe virou sinônimo de SAUDADE

6 comentários:

A-N-A disse...

Essas perdas, mesmo para mim que não as sofri, são as mais doídas, não tem jeito.
Mais a palavra mãe ainda vai ter um significado lindo pra vc.
Logo a coragem vai chegar, pode ter certeza! E seu coração vai saber identificar. Ou a FELICIDADE virá sem aviso, como costuma acontecer, quem sabe? Assim seria mais fácil né? Tudo é possivel! Um bj e fica bem. Tô sempre aqui.

Simone Müller disse...

Ai amoreca, só quem conheceu a Dona Angela, pra saber quanta alegria e tamanha felicidade ela transmitia, sorte quem a oportunidade de poder conhece-la, nem que fosse só por alguns momentos... Bjusssss, te adoro...

Dessa disse...

Tem gente que quando vai, simplesmente... fica.
As vezes nunca nos livramos da dor da perda, apenas, aprendemos a conviver com ela e aceitar sua existência e presença.

Roberta disse...

Vi uma explicação uma vez sobre a morte que me deixou a pensar. Dizia: “imagine um navio enorme, belo que sai do porto, com destino a outro país. Você o acompanha com o olhar mar adentro durante muito tempo até ele virar um pontinho e esse pontinho lá no horizonte vai desaparecendo até não mais ser enxergado. Então você diz: ‘ele se foi’. No entanto ele não se foi, ele apenas saiu do seu campo de visão, seus olhos não conseguem mais vê-lo, ele ainda está lá, no oceano, navegando em outra direção e acredites, outros olhos irão ver aquele belo e enorme navio se aproximando, quando do outro lado você o viu partindo. Assim é a morte, para quem fica o outro partiu, pura e simplesmente porque não o podemos ver com nossos olhos carnais. Mas existem outros que verão chegar esse que supostamente partiu e vão vê-lo em toda sua realidade....”
Hey... fique sempre com Deus. Bjão da gorda pra ti

Fer disse...

Eu sempre acho difícil saber o que falar em situações como essa, mas não queria deixar passar batido.
Dani, as coisas pelas quais vc (e o Beto) passaram nesses últimos anos devastariam qualquer um.
Já te falei isso, admiro vc como pessoa, o Beto como pessoa, e vcs dois como casal, de uma forma que nunca achei que iria admirar alguém!
Não acredito que essa dor um dia passe, mas tenho certeza que vai aliviar.
Acredito que vc vá olhar eternamente a palavra “mãe” e dar uma conotação de saudade à ela mas, apesar de não saber quais os seus planos são, eu espero de todo o meu coração que vc um dia, em breve, possa viver e desfrutar de todos os outros significados que a palavra “mãe” tem.

Um beijo enorme e cheio de paz!

ana disse...

um beijinho